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quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

1º - Criei um formspring! Aqui: http://formspring.me/rafaconstancia. Quem não está aware disso é simplesmente uma rede social para se perguntar e responder a qualquer um. Riscos medidos (hahá, just kiddin'), aí está minha página.





(coloquei um print porque me encantou a florzinha do fundo (eu que fiiiz! :D))


2 º - Merchan findado, meus queridos e assíduos leitores perguntam-se: "ONDE ESTAVAM AS ATUALIZAÇÕES?". Well, well, dears, basically: dia 20 fiz uma viagem maravilhosa com um patinhozinho; natal, ano novo etc. etc.; não escuto mais do ouvido esquerdo e, finalmente, ontem comecei uma matéria de férias na faculdade chamada Sociedade Política e Cultura.

3º - "O relacionamento entre um rapaz de 20 anos com obsessão pela morte, que passa seu tempo indo a funerais ou simulando suicídios, e uma senhora de 79 anos encantada com a vida. Eles passam muito tempo juntos e, durante esta convivência, ela mostra a ele a beleza da vida."


Este é o filme "Ensina-me a Viver", da década de 70. Assisti ele por acaso há uns 2, 3 anos no Telecine Cult. Estava lembrando dele há pouco. Recomendo a você! ;D


4º - "Em três épocas distintas da humanidade um homem busca respostas que possam ajudá-lo a compreender a existência." Gostou? Gostou, hein? Tá louquinho pra ver né? Háhá, gosta de ficção científica nerd, complicada e filosófica? Pega aí: Fonte da Vida (The Fountain). Esse filme é junto a "O fabuloso destino de Amélie Poulain" o melhor filme que já assisti! Também foi numa pegada ocasinal do TeleCine Cult.






Queria também falar sobre o ano novo, mas é um assunto para a próxima postagem! É claro, a cada um eu desejo um feliz ano novo! ;)

Beijos, beijos.


domingo, 15 de novembro de 2009

Hahaha, Hohoho e um par de Tralala é como a gente ri o dia todo na maravilhosa terra de Oz



Já pensei “como seria bom estar em um lugar longe daqui” e do mesmo modo já estive longe daqui. Minha terra é pequena e tem gente conhecida, alegre e acolhedora, mas ela não é o assunto escolhido nas falas das pessoas. Do cotidiano dos habitantes sim, é. Porém, dos sonhos deles não é a pauta, das reportagens não é o tema. Aquele pensamento é com certeza presente na vida de muitos.

Como na vida de Dorothy, a menininha moradora de uma fazenda e que tem apenas o seu tio, a sua tia, três amigos e um cachorrinho, Totó, na história O Mágico de Oz. Na história de minha vida, cresci tendo perto pai, mãe e um segundo pai. Acostumei-me a essa realidade da pequena cidade, dos contatos próximos, dos lugares repetidamente visitados e quis ir além. Dorothy queria ir além do arco-íris, e acabou na terra do mágico Oz, eu além daqui, e fui aos treze anos, que pode ser também a idade de Dorothy, para a América do Norte: Vancouver-Canadá. Conhecer o novo é maravilhoso! Mas os mais de trinta dias que fiquei do outro lado sul-norte do mundo me deram um conhecimento ainda maior: não importa o que eu veja, não importa o que eu pense de novo e faça, meu coração é o mesmo. E como um imutável coração molenga, ele precisava ao seu lado aquelas poucas pessoas que vejo todos os dias.

O maravilhoso – muito mais que o maravilhoso mágico de Oz – que aconteceu na minha e na vida de Dorothy foi a experiência. Não é possível dimensionar e de fato enxergar o que há de mais importante na nossa vida sem sentirmos falta dele. Não é preciso ter um amigo de lata, um de palha e um que é leão, bastam três pessoas comuns que nos amem bastante. Embora toda a terra de Oz aclamasse Dorothy como uma heroína, o que ela queria era estar com os seus. Agora, quero continuar conhecendo sempre mais além do arco-íris, mas cada dia que eu acordar no mesmo lugar quero pensar que a felicidade nasceu ali comigo. Como Dorothy diz: não há lugar melhor que a nossa casa.